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A Previdência Complementar permite a você, por ocasião
da aposentadoria, garantir o atual padrão de vida, por meio de um
rendimento proveniente de recursos acumulados durante um determinado período
e que se somará à renda mensal que você terá direito
a receber pelo sistema da Previdência Social.
O teto de benefício da Previdência Social equivale
a 7 salários mínimos. Assim, numa primeira análise, a
Previdência Complementar revela-se uma ótima alternativa para quem,
atualmente, possui um salário superior a este valor. Dessa forma, a pessoa,
ao se aposentar, receberá o benefício da Previdência Social
e complementará seus rendimentos com o valor recebido de seu plano de
previdência privada.
É óbvio, no entanto, que a Previdência Complementar
é indicada para qualquer pessoa, independentemente de seu nível
atual de renda, principalmente se forem levados em conta os graves problemas enfrentados
pelo governo para manter o sistema da Previdência Social (crescente déficit
entre o que arrecada e o que paga aos aposentados como benefício).
O sistema de funcionamento da Previdência Complementar
é simples. A pessoa, durante o período em que está trabalhando,
investe recursos mensais em seu plano de acordo com a sua disponibilidade. Ao
longo do tempo, irá acumular um saldo que, por ocasião da aposentadoria,
poderá ser resgatado integralmente ou transformado em uma renda mensal
(vitalícia ou por tempo determinado).
Quanto mais cedo você começar a contribuir a um
plano de Previdência Complementar, maiores serão os recursos acumulados,
pois, nesse caso, você irá contar com dois grandes aliados: o tempo
de contribuição e os juros incidentes sobre os valores investidos,
que farão o seu "bolo" crescer constantemente.
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